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	<title>Fernandes, Silva, Costa &amp; Marques Advogados</title>
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	<description>Escritório de Advocacia em Cambuí e Sul de Minas Gerais</description>
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		<title>Senado convida Haddad e Campos Neto para sessão temática sobre juros</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 18:52:44 +0000</pubDate>
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<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, estão na lista de convidados de uma sessão de debates temáticos que será realizada pelo Senado para debater &#8220;Juros, inflação e crescimento&#8221;. <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156182" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Requerimento</a> com esse objetivo foi aprovado pelos senadores em sessão plenária nesta terça-feira (14). O pedido é de autoria do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco. A data da sessão temática ainda será definida.</p>



<p>Além de Haddad e Roberto Campos, serão convidados a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga; o diretor-presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNIF), Rodrigo Maia; o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney Menezes Ferreira, entre outras autoridades e economistas.</p>



<p>— É uma discussão mesmo de caminhos para se atingir um objetivo, que é o objetivo de se ter um Estado de bem-estar social, de se combater a fome, a miséria, combater o desemprego, mas há um caminho, até lá, que é o caminho do crescimento e do desenvolvimento econômico. Como se faz isso? Contendo a inflação e reduzindo a taxa de juros. E, obviamente, há caminhos técnicos, há caminhos de experiências vividas anteriormente, há planejamento por parte do governo. É muito importante que nós possamos fazer esse debate aqui no Senado Federal&nbsp;— apontou Pacheco durante a sessão.</p>



<p>No requerimento, o presidente do Senado afirma que “ao mesmo tempo em que não é viável o aumento descontrolado de preços também não é desejado o sufocamento da economia no curto prazo”.</p>



<p>A iniciativa de Pacheco foi elogiada pelos senadores. Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e Tereza Cristina (PP-MS) apontaram que a sessão será uma oportunidade para reafirmar a autonomia do Banco Central.</p>



<p>— O Senado tem que ser protagonista desses temas da economia. Quero me congratular com o senhor e também dizer aqui que a autonomia do Banco Central não pode nem ser questionada. Esta Casa a aprovou. Nós temos aí um presidente que tem que ser colocado para o diálogo, mas, independente de quem seja o presidente, nós temos que manter a autonomia do Banco Central como uma bandeira desta Casa e não podemos aceitar retrocesso — avaliou a senadora.</p>



<p>Para Izalci Lucas (PSDB-DF), a nova âncora fiscal do governo é outro tema a ser abordado:</p>



<p>— Hoje, inclusive, na CAE, protocolei exatamente a mesma coisa, no sentido de trazer aqui o ministro da Economia, que apresentou hoje ao vice-presidente a nova âncora fiscal e também a proposta do governo com relação à economia, que tem tudo a ver com a questão dos juros também&nbsp;— assinalou.</p>



<p><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>



<p>Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Rodovias federais deverão ter pontos de recarga de carro elétrico, prevê projeto</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 18:51:26 +0000</pubDate>
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<p>Postos de abastecimento localizados em rodovias federais deverão ter pontos de recarga rápida para veículos elétricos, de acordo com projeto de lei apresentado pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA). O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155819" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 392/2023</a>, que ainda não foi distribuído para as comissões do Senado, visa incentivar o uso desse tipo de veículo nas estradas.&nbsp;</p>



<p>Eliziane explica, na justificativa da proposta, que é função do governo o planejamento e execução de iniciativas que criem demanda para energias mais limpas. Para ela, o Estado deve incentivar “o câmbio que representa a mudança da matriz de combustíveis, baseada em hidrocarbonetos, para outra, de caráter limpo, renovável e calcada em motores elétricos”.</p>



<p>O projeto determina que postos de abastecimento em rodovias federais tenham pontos de recarga de carros elétricos, a partir de 12 meses contados do início da vigência da nova lei, caso o projeto seja aprovado. Também será função do Poder Executivo regulamentar as especificações técnicas dos equipamentos.</p>



<p>O PL também propõe que a Lei de Diretrizes Orçamentárias ofereça, em cada exercício, e pelo prazo de dez anos, ofertas de linhas de crédito para incentivar o alcance dos objetivos da norma. Quem descumprir a proposta estará sujeito a multa, nos termos da regulamentação do setor de energia.</p>



<p>“Os carros elétricos são uma tecnologia cada vez mais promissora em prol de um mundo menos poluído e mais sustentável. Esses veículos têm sido bem aceitos pela população em geral e vêm se tornando realidade sobretudo nas nossas maiores cidades”, afirma a senadora.&nbsp;</p>



<p><em>Joás Benjamin sob supervisão de Sheyla Assunção</em></p>



<p>Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Proposta que criminaliza misoginia começa a tramitar no Senado</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 18:49:55 +0000</pubDate>
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<p>O post <a href="https://fscmadvogados.com.br/proposta-que-criminaliza-misoginia-comeca-a-tramitar-no-senado/">Proposta que criminaliza misoginia começa a tramitar no Senado</a> apareceu primeiro em <a href="https://fscmadvogados.com.br">Fernandes, Silva, Costa &amp; Marques Advogados</a>.</p>
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<p>A exemplo do que aconteceu com o feminicídio, assassinato da mulher por discriminação de gênero ou violência doméstica, a misoginia pode virar crime. O termo define a prática de agredir, degradar ou discriminar a mulher por preconceito ao sexo feminino e pode ser incluído na<a href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1989-01-05;7716" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Lei 7.716, de 1989</a>, que trata dos crimes de racismo, homofobia e transfobia.</p>



<p>A proposta chegou ao Senado na forma de uma <a href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=170980" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ideia legislativa</a> apresentada pela psicóloga e pesquisadora da Universidade de Brasília Valeska Zanello. A intenção era incluir no rol dos crimes de preconceito a injúria, ofensa à dignidade ou ao decoro e o discurso de ódio, por meio de palavras, gestos ou atos, dirigidos a pessoas em razão do seu sexo feminino. Em menos de uma semana, a ideia legislativa alcançou os 20 mil apoios necessários para tramitar no Senado na forma de Sugestão Legislativa.</p>



<p>A iniciativa também foi apoiada pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), que a transformou no Projeto de Lei (PL) 8<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">96/2023</a>. A medida prevê multas e penas de reclusão de um a cinco anos ao agressor, a depender do ato praticado contra a mulher.</p>



<p>A senadora explica que, mesmo com as normas penais de proteção às mulheres que já existem na legislação, como a Lei Maria da Penha (<a href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2006-08-07;11340" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 11.340, de 2006</a>) e a <a href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2015-03-09;13104" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 13.104, de 2015</a>, que define o feminicídio como crime qualificado, não há ainda uma resposta penal mais severa para injúria e discriminação em razão da misoginia.</p>



<p>“Um crime cada vez mais frequente. Da mesma forma, o ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas praticadas contra as mulheres”, justifica a senadora no texto do projeto.</p>



<p>— Outras violências construídas historicamente no nosso país, tais como racismo, homofobia, transfobia já têm uma tipificação e uma criminalização e a misoginia, não. A lei não trata só da penalização, a lei é educativa, é uma resposta que o Estado brasileiro dá publicamente [no sentido] de que certos atos, de que discurso de ódio, são inaceitáveis — defende Valeska Zanello, autora da ideia legislativa.</p>



<p>Valeska ressalta que a misoginia hoje é tomada como natural, adotada inclusive como forma recreativa pela sociedade:</p>



<p>— A misoginia está presente no cotidiano das mulheres, por exemplo, em piadas sexistas. Nós, mulheres, somos socializadas primeiro para sempre privilegiar os interesses, desejos e anseios dos outros em detrimento dos nossos, e a relevar as violências que a gente recebe. A gente aprende sobretudo a silenciar. O que não quer dizer que esses atos violentos não tenham um impacto no cotidiano, na saúde mental das mulheres — afirma a pesquisadora, que atua na área há 15 anos e tem dois livros publicados sobre o assunto.</p>



<p>A proposta também ganhou apoio na Câmara dos Deputados, na forma do PL 872/2023, apresentado pela deputada Dandara (PT-MG). A Sugestão Legislativa vai ser encaminhada para análise da Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa (CDH). O PL 896 aguarda publicação para tramitação na Casa.</p>



<p>— Fizemos questão de protocolar este importante projeto de lei na semana em que comemoramos o Dia Internacional da Mulher como uma forma de contribuirmos para combater este sentimento de ódio, repulsa e aversão às mulheres, que, infelizmente, ainda é muito presente na vida da maioria das brasileiras e não conta com a punição necessária, na forma da lei&nbsp;— acrescentou Ana Paula Lobato, à <strong>Agência Senado</strong>.&nbsp;</p>



<p><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>



<p>Fonte: Agência Senado</p>



<p></p>
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		<title>Pensão especial a filhos das vítimas de feminicídio será analisada no Senado</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 23:50:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado analisará projeto de lei que institui pensão especial aos filhos e outros dependentes menores de 18 anos de mulheres vítimas de feminicídio. O texto<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Senado analisará projeto de lei que institui pensão especial aos filhos e outros dependentes menores de 18 anos de mulheres vítimas de feminicídio. O texto foi&nbsp;aprovado nessa quinta-feira (9) pelo Plenário da Câmara dos Deputados.</p>



<p>A iniciativa foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), ao <a href="http://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2320213" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 976/2022</a>, de autoria da deputada Maria do Rosário (PT-RS) e mais sete parlamentares do PT.</p>



<p>A pensão especial, no total de um salário mínimo (R$ 1.320 em maio de 2023), será destinada ao conjunto dos filhos biológicos ou adotivos e dependentes cuja renda familiar mensal per capita seja igual ou inferior a 25% do salário mínimo (R$ 330). O benefício será encerrado caso o processo judicial não comprove o feminicídio.</p>



<p>Conforme o texto aprovado, a pensão especial, ressalvado o direito de opção, não será acumulável com nenhum outro benefício previdenciário e deverá ser paga até que filhos ou dependentes completem os 18 anos de idade.</p>



<p>Na eventual morte de um dos beneficiários, a cota deverá ser revertida aos demais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto no Orçamento</strong></h3>



<p>O impacto orçamentário e financeiro foi estimado em R$ 10,52 milhões neste ano, R$ 11,15 milhões em 2024 e R$ 11,82 milhões em 2025. Segundo o relator, como esses montantes terão pouco efeito nas indenizações e pensões especiais de responsabilidade da União, não houve necessidade de sugerir compensações.</p>



<p>As autoras afirmam que o Estado deve suprir a ausência da mãe nos casos de feminicídio. &#8220;Não podem as crianças e os adolescentes, por razões violentas, serem privadas de condições dignas de existência”, afirmam no texto que acompanha a proposta.</p>



<p>— O relatório do deputado Capitão Alberto Neto foi muito bem construído &nbsp;—, disse Maria do Rosário, relatora em 2015 da iniciativa que tipificou o feminicídio no país.</p>



<p>A deputada agradeceu o apoio da bancada feminina e de lideranças partidárias na defesa do acolhimento e da proteção dos filhos e dependentes das vítimas.&nbsp;</p>



<p>— Temos de avançar para o momento de nenhum feminicídio, porque esse crime não pode ser visto como algo natural. Mas, dados os números oficiais, resta a nós, além de tudo no combate à violência contra as mulheres, a responsabilidade de proteger as vítimas crianças — ressaltou.</p>



<p><em>Da Agência Câmara&nbsp;&nbsp;</em></p>



<p><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>



<p>Fonte: Agência Senado</p>
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